Policial / Polícia
Operação realizada na Capital resulta em 7 prisões, além apreensões de cocaína e maconha
Ação policial aconteceu na noite de quinta-feira (30)
Da Redação
O delegado Hoffman D’Ávila Cândido e Sousa, titular da Denar (Delegacia Especializada de Repressão Narcotráfico), juntamente com o delegado do Garras (Delegacia de Repressão de Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros), Roberto Guimarães e o comandante do 10º Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel Felipe Malhada concederam na última sexta-feira (31), uma Coletiva de Imprensa para tratar dos resultados da “Operação Dual”, deflagrada na noite de quinta-feira (30).
A ação teve como objetivo, intensificar o policiamento ostensivo e preventivo contra o tráfico de drogas na região da Vila Nhanhá dentro do quadrilátero compreendido entre as Ruas do Aquário e Bom Sucesso, e as Avenidas Ernesto Geisel e das Bandeiras, em Campo Grande.
A operação foi conduzida pela Denar e contou com o apoio de policiais do Garras e das unidades subordinadas ao CPM (Comando de Policiamento Metropolitano), CPE (Comando de Policiamento Especializado), CGPA (Coordenadoria Geral de Policiamento Aéreo), realizando fiscalizações a locais considerados críticos.
Resultados
Conforme o balanço realizado após a conclusão das ações das forças policias, ao todo, a “Operação Dual” empregou cinco viaturas das Polícia Civil, sendo três da Denar e duas do Garras, além de 25 policiais civis. Já a Polícia Militar participou da operação com 14 viaturas quatro rodas, 18 viaturas duas rodas, além de 61 policiais e um helicóptero.
As ações resultaram na apreensão de 68 papelotes de cocaína, 13 porções de maconha, sete prisões em flagrante, uma intercorrência por oposição a intervenção policial, 49 veículos de 4 rodas abordados, 116 veículos de duas rodas checados, 174 pessoas checados e abordados.
O delegado Hoffman explicou que essas operações irão continuar sendo realizadas e diversos bairros da Capital.
“É uma preocupação do governo do Estado, do Secretário de Segurança e do Delegado-Geral e não deixaremos de focar no tráfico formiguinha. As vezes a gente desarticula uma organização criminosa com uma grande quantidade de entorpecente, mas também temos que nos preocupar com a população e as famílias que tem às vezes um celular furtado e não é nem a perda do objeto material, mas o tempo que ele gastou na vida dele para adquirir aquele bem. Iremos continuar realizando operações como esta, inclusive para o cumprimento de mandados de busca e de prisão”, destacou.
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