Sinto minha juventude escorrer do meu corpo, os anos se acumulando no chão da minha existência. Minhas travessuras de criança estão se perdendo nas muitas memórias sobrepostas com o tempo.
Estou cada vez mais distante do meu primeiro sopro de vida e mais perto do sono eterno. Não estou reclamando dos anos que se foram, apenas me perco em reflexões sobre os caminhos que trilhei.
Minha juventude ressaltou minha estupidez, e meu envelhecimento me conforta com a sabedoria. Não me arrependo da minha tolice, ela foi o alicerce da minha sensatez.
Sim, eu vejo o tempo passando! Às vezes me vem a nostalgia daquela infância marcada por brincadeiras e momentos alegres. Ah, bons tempos que já não voltam.
Mas tudo bem! Pode ser breve meu tempo aqui, mas em todos os meus dias, eu serei grato pela vida que tive.
*Formado em psicanálise pelo Instituo Brasileiro de Psicanálise Clínica, atua como psicoterapeuta e é pós-graduado em Psicologia Organizacional
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal da Nova.
Cobertura do Jornal da Nova
Quer ficar por dentro das principais notícias de Nova Andradina, região do Brasil e do mundo? Siga o Jornal da Nova nas redes sociais. Estamos no Twitter, no Facebook, no Instagram, Threads e no YouTube. Acompanhe!






